As provas recolhidas até agora pelos radares dão conta da hipótese de o avião da Malaysia Airlines desaparecido há quase uma semana ter voado deliberadamente em direção às ilhas Andamão. Fontes familiarizadas com a investigação, citadas pela Reuters, adiantam que o avião estava a voar a centenas de milhas fora da rota pré-estabelecida, em direção às Ilhas Andamão, situadas no Mar de Andamão, que faz parte do Oceano Índico.

O jornal britânico «The Guardian» adianta que dois aviões de reconhecimento indiano, utilizando dispositivos de deteção por infravermelhos vão sobrevoar centenas de ilhas desertas no Mar de Andamão. As buscas serão ainda apoiadas por dois navios.

A Marinha Indiana considera ainda a hipótese de alargar as buscas ao Golfo de Bengala.

O arquipélago de Andamão, integra ainda as ilhas Nicobar, situam-se ao sul da Birmânia, por uma área de 52 por 720 quilómetros. São 572 ilhas e apenas 37 são habitadas. As restantes são cobertas por uma densa floresta. A maioria destas ilhas pertence à Índia, mas algumas são território birmanês.

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Uma fonte da polícia malaia, citada pela Reuters adianta: «o que podemos dizer é que estamos a olhar para hipótese de sabotagem, com sequestro em cima da mesa.

O ministro dos Transportes da Malásia, Hishammuddin Hussein, confirmou esta sexta-feira que a busca tinha sido expandida para o Oceano Índico. O ministro confirmou também que há evidências de um avião a inverter a marcha, por alturas em que o aparelho da Malaysia Airlines perdeu contacto com os radares, mas adianta que pode não se tratar do voo 370.

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