“O Estado Islâmico executou duas mulheres na província de Deir Ezzor [a 450 quilómetros da capital Damasco] e, pela primeira vez, através da decapitação, algo que o Observatório nunca tinha registado”, disse Rami Abdel Rahman, diretor do Observatório, citado pela agência France Presse.

 

Segundo o Observatório, é a primeira vez que o Estado Islâmico decapita mulheres civis, apesar de haver registo de cadáveres decapitados de combatentes curdas.

 

Rami Abdel Rahman denunciou, também, a morte de pelo menos oito pessoas, entre elas dois menores, por não cumprirem o jejum do Ramadão. Foram enforcadas pelo Estado Islâmico em cruzes improvisadas.

 

Segundo números do Observatório, só na Síria o Estado Islâmico executou mais de 3.000 pessoas desde que declarou o “califado”. Cerca de 1.800 das vítimas eram civis, incluindo 74 crianças.