A pequena Maria Ridulph desapareceu misteriosamente, na pequena cidade de Sycamore, no Estado do Illinois, Estados Unidos, pouco depois de ter estado com uma amiga a escassos metros de casa. Estávamos numa fria tarde de dezembro de 1957. O caso chocou a América e o próprio chefe do FBI, J Edgar Hoover, assim como o presidente Eisenhower se inteiraram da situação e fizeram questão de a acompanhar de perto.
 
O corpo da menina foi encontrado meses depois, já na primavera. Maria tinha sido esfaqueada, mas a polícia não conseguiu encontrar o homicida.

O crime foi finalmente desvendado e o suspeito condenado em 2012, adianta o jornal britânico «Dailly Mail», depois de a mãe do homem, no leito de morte, ter confessado que mentira sobre o álibi do filho.
 

Uma irmã da vítima convenceu a polícia a reabrir o caso e Johnny McCullough, antigo militar e polícia, à época conhecido como John Tessier, foi condenado.
 

Agora, um novo documentário e um livro revelam os pormenores desconhecidos da história de Maria Ridulph e adianta que Johnny McCullough, com 74 anos, está a planear recorrer da condenação. O jornal «The New York Times» cita entrevistas concedidas pelo alegado homicida para o documentário «Footsteps in the Snow» («Pegadas na Neve», na tradução livre para português), em que ele continua a reclamar inocência.