Um rapaz de 14 anos, residente em Utah, nos EUA, fez, no início da semana passada, uma descoberta digna de um verdadeiro arqueólogo. O jovem resolveu cavar um lago para trutas no quintal do seu pai e deparou-se com os restos mortais de um índio americano que pisou a terra há mil anos atrás.

Na passada sexta-feira, os peritos do Departamento de Património e Artes de Utah deslocaram-se ao local, onde os médicos legistas confirmaram tratar-se de uma carcaça com cerca de um milénio.

Depois da descoberta de Ali Erturk, os arqueólogos investigam agora o local em busca de novas evidências.

A porta-voz do departamento, Geoffrey Fattah, afirmou em declarações ao «The Salt Lake Tribune» que aquela zona é fértil neste tipo achados e que por ano, recebem uma média de seis relatos do género. «Humanos ocuparam este vale há 10 mil anos», fundamentou.

Ertuk que inicialmente pensava tratar-se dos restos mortais de algum animal afirmou, à «KTVX-TV», que foi «esquisito» quando se deparou com o «crânio humano».

Fattah irá agora realizar uma perícia ao esqueleto para confirmar outros detalhes, como o sexo e a tribo a que pertenceu. Mais tarde, caso tenha pertencido a uma determinada tribo, a mesma poderá reivindicar os restos mortais e realizar os habituais rituais fúnebres.