A Coreia do Norte reduziu o número de presos políticos e encerrou um dos seus campos de trabalho para dissidentes, revela um relatório elaborado pela Coreia do Sul e que descarta, mesmo assim, a melhoria dos Direitos Humanos no país.

De acordo com o relatório revelado esta quinta-feira pela imprensa sul-coreana e elaborado pelo Instituto Nacional para a Unificação da Coreia, «estima-se que entre 80.000 e 120.000 presos políticos continuem detidos nas cinco prisões da Coreia do Norte».

O instituto sul-coreano, que está dependente do Governo de Seul, assinala também que o número de presos políticos agora calculado, representa uma diminuição face aos 150.000 a 200.000 anteriormente estimados.