A Coreia do Norte diz que está preparada para qualquer guerra com os Estados Unidos. Na comemoração dos 70 anos do Partido Comunista norte coreano, o líder Kim Jong-Un discursou durante uma imponente parada militar na capital, Pyongyang.
 
À vista, os meios de defesa de Pyongyang para fazer face a Washington. O mais intimidante, uma bateria de mísseis balísticos intercontinentais, desconhecendo-se contudo, se foram testados com êxito.
 
A parada militar tem-se repetido no feriado do aniversário do partido do poder, o dos trabalhadores. Setenta anos liderados pela dinastia Kim.
 
Mais isolado do que nunca, o neto do fundador da República Democrática e Popular da Coreia, que raramente aparece em público, presidiu às comemorações sem qualquer outro chefe de Estado ao seu lado. De resto, sem muitos dos colaboradores e até familiares que foram desaparecendo desde que assumiu a liderança, já lá vão quase quatro anos.
 
Mesmo assim, Kim Jong-Un recebeu um apoio de peso. Um dos poucos aliados, a China, enviou um alto dirigente do Partido Comunista chinês, Liu Yunshan, o diretor da propaganda de Pequim.