As famílias das nove pessoas mortas no massacre na escola básica de Sandy Hook, em Newtown, no estado norte-americano do Connecticut, em 2012, iniciaram esta segunda-feira um processo por homicídio culposo contra a empresa que produziu a armas utilizada no ataque, avança o Hartford Courant.
 
Para além da fabricante, Bushmaster, que de acordo com a Reuters não quis comentar os recentes acontecimentos, a ação é também interposta contra a distribuidora e o local de retalho responsável pela venda da arma a Adam Lanza, o homem de 20 anos que matou 26 pessoas, entre as quais 20 crianças e seis professoras, a 14 de dezembro de 2012.
 

 
Para além dos familiares de nove vítimas, o processo é também iniciado por uma outra pessoa que ficou ferida na tragédia que chocou os Estados Unidos, e que assinalou este domingo dois anos.
 
Em reação ao massacre, que começou com Lanza a assassinar a própria mãe e terminou com a arma apontada a si próprio, o Presidente Barack Obama iniciou uma campanha nacional com vista à restrição do acesso às armas no país, que acabou por não se concretizar por falta de apoio.