A Uber chegou a acordo amigável com os seus condutores e vai pagar 100 milhões de dólares (88,6 milhões de euros) em compensações e taxas judiciais.

A empresa enfrentava duas ações judiciais nos EUA, nos estados da Califórnia e Massachusetts, depois dos condutores terem apresentado queixa por serem considerados trabalhadores independentes. O que os impedia de terem acesso a regalias contratuais, como por exemplo seguros de saúde e, desta forma, o pagamento da segurança social ficava a cargos dos trabalhadores e não da empresa.

Foram cerca de 385 mil os condutores da Uber que em 2013 e 2014 decidiram recorrer aos tribunais para resolver a sua situação. Agora, além da compensação a Uber terá de alterar o vínculo dos trabalhadores e participar na criação de uma associação de condutores, refere o jornal Los Angeles Times.

Além destas ações, também os condutores dos estados da Florida, Pensilvânia e Arizona apresentaram queixa contra a empresa. Até ao momento ainda não há qualquer decisão sobre este caso.