O presidente eleito da Comissão Europeia elogiou o trabalho de Durão Barroso nos últimos 10 anos, durante a apresentação do novo executivo comunitário.

Durão Barroso foi «um amigo, que por vezes foi um irmão e que muitas vezes foi um cúmplice», afirmou Jean-Claude Juncker sobre o seu antecessor.

Para Juncker, aliás, a sucessão vai acontecer «não só porque é a regra, mas também uma necessidade pessoal», que sente «de forma muito profunda».

«Lembrem-se de que ele teve de integrar na União Europeia 13 novos Estados-membros. Lembrem-se de que ele esteve à cabeça da Comissão Europeia no pior momento da crise, lembrem-se de que ao longo dos últimos anos ele soube aumentar, em matéria económica e financeira, os poderes da Comissão. Não é verdade que a Comissão tenha visto o seu papel ser diminuído, pelo contrário», defendeu.