Entre 140 e 600 europeus foram para a Síria desde o início de 2011, o que representa entre 7 e 11% de todos os combatentes estrangeiros, segundo o Centro Internacional para o Estudo da Radicalização, do King`s College de Londres.

Para os especialistas, o problema é saber quantos desses jovens vão passar para o lado do terrorismo quando regressarem do conflito.

Uma fonte que pediu para não ser identificada considerou à France Presse que o «verdadeiro perigo» reside em pessoas instáveis psicologicamente que regressam traumatizadas e desequilibradas e com propensão à violência. De início, diz o especialista, a pessoa pode estar calma, vivendo de forma solitária, até que um dia surpreende todos com um ato terrorista.