«As informações pessoais que foram violadas são o nome, a data de nascimento, o cargo, a nacionalidade, o número do passaporte, o número de concessão de visto, relativos a 31 líderes internacionais (isto é, primeiros-ministros, presidentes e equivalentes) que participaram na cimeira de líderes do G20», escreveu o diretor do serviço de vistos do Departamento de Imigração da Austrália

«A causa da violação dos dados foi erro humano. O funcionário em causa tinha a funcionalidade de autopreenchimento do seu Microsoft Outlook ligada e não se apercebeu, quando estava a inserir os destinatários que, afinal, esta seria enviada para quem não deveria recebê-la», explicou o mesmo responsável.






 «Dado que o risco de dispersão desta informação era muito baixo e as ações para limitá-la já tinham sido tomadas, considerei que não era necessário informá-los», afirmou.