Os forças especiais dos Estados Unidos capturaram um homem que dizem ter sido “peça fundamental” nos ataques à embaixada norte-americana em Benghazi, na Líbia, em 2012, que causaram a morte do embaixador.

Fontes oficiais norte-americanas adiantaram que a operação na Líbia decorreu na noite de domingo, com o homem capturado a ser agora transportado para os Estados Unidos, sob custódia do Departamento de Justiça norte-americano.

Segundo fontes oficiais, que não identificaram o detido, a missão na Líbia foi aprovada pelo Presidente Donald Trump e foi efetuada em coordenação com o Governo da Líbia reconhecido a nível internacional.

Posteriormente, citando fonte oficial norte-americana, a agência noticiosa Associated Press identificou o detido como Mustafa al-Imam.

Em setembro de 2012, em Benghazi, o ataque à missão diplomática matou o embaixador norte-americano na Líbia, Chris Stevens, para além do oficial do Departamento de Informação, Sean Patrick, e dos seguranças Tyrone Woods e Glen Doherty.

No início deste mês, um outro homem acusado do ataque, Abu Khattala, foi a julgamento num tribunal federal em Washington. Declarou-se inocente das 18 acusações contra si, que incluem assassinato de pessoa protegida a nível internacional, fornecer material a terroristas e destruir propriedade norte-americana, causando mortes.