«Je suis Charlie», escrito à mão, na pulseira da maternidade de um recém-nascido. A imagem publicada no Instagram por Marine Wood, horas depois do massacre no jornal francês. Com tão pouco, está lá tudo.

 
 

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Une photo publiée par marine (@marine_wood) le


No dia em que a França e o mundo ficaram chocados com 12 mortes contra a liberdade de expressão no jornal satírico «Charlie Hebdo», uma imagem de vida e a esperança de que a geração destes pais como a geração desta criança consigam ultrapassar a violação de Direitos Fundamentais, reivindicados há mais de dois séculos precisamente pela França – Liberdade, Igualdade, Fraternidade - e que continuam a ser postos em causa em 2015.

«Je suis Charlie» - todos somos Charlie – a frase que homenageia os mortos no jornal satírico francês e que se tornou um grito pela liberdade em menos de 24 horas.



Populares, redações de meios de comunicação social, políticos, de França e do mundo inteiro. Todos são Charlie.





Esta quinta-feira, as capas dos jornais a negro, o luto em parangonas, a França de luto nacional, o silêncio na revolta, o grito de um recém-nascido na maternidade. «Je suis Charlie». Viver em liberdade. Liberdade de expressão. Exprimir-se em liberdade.