Um dos cinco livreiros de Hong Kong, dados como desaparecidos e conhecidos por vender obras críticas do regime comunista chinês, disse este domingo que voltou à China continental para ser julgado pelo atropelamento e morte de uma jovem.

Gui Minhai, editor e dono da livraria Causeway Bay, afirma, num vídeo emitido pela televisão estatal chinesa CCTV, que se entregou às autoridades em final de outubro passado para ser julgado, após 11 anos a fugir à justiça.

Na gravação, Gui declara-se culpado pelo atropelamento e morte de uma jovem de 20 anos, em 2004, na cidade de Ningbo, província chinesa de Zhejiang.