enquanto esteve escondido na gráfica em Dammartin-en-Goële







«Eu conseguia ver a sombra dele. As minhas costas estavam contra o tubo e eu podia sentir a água a correr pelo tubo. Foi como se vê nos filmes. Nesse momento, o cérebro para de pensar, o coração para de bater, e você para de respirar».


«Estou escondido no primeiro andar. Julgo que eles mataram toda a gente. Digam à polícia para intervir».

morte dos irmãos Kouachi massacre no «Charlie Hebdo»tomou um supermercado judaico em Porte de Vincennes

«Segui as instruções dos meus salvadores», afirmou Lepère à France TV Info. «No momento do assalto pela polícia, a minha primeira sensação foi de liberdade», revelou.

«Estive oito horas à espera que eles [a polícia] tomassem o edifício de assalto. Tinha uma dor enorme nas nádegas, nas pernas, nas costas ... em todo o lado», recordou.


gerente da gráfica, Michel Catalano

«Sinto-me com sorte e feliz por ver a minha família», rematou Lepère.