"No futuro, um juiz terá a possibilidade, em caso de fraude fiscal grave, de retirar os direitos políticos do defraudador, de proibir-lhe o direito de voto e a capacidade de ser eleito", afirmou o primeiro-ministro belga, Charles Michel, numa entrevista com o diário francófono Le Soir.

O governo federal belga joga esta possibilidade em paralelo com a decisão de colocar em marcha uma nova regularização fiscal em 2017, que, segundo os seus cálculos, poderia representar para o Estado 250 milhões de euros (a última regularização decorreu em dezembro de 2013).