"Consideramos que a situação no Magrebe, na Líbia, no Iraque e na Síria é uma ameaça para a Europa. Por isso, é preciso pensar o que fazer para controlar a instabilidade naquela parte do mundo", disse Cavaco Silva.












"É muito complexo e difícil, são questões muito complicadas, por isso temos de continuar a ajudar", defendeu, reiterando, contudo, a necessidade de começar a lidar com as origens dos problemas.