Mariano Rajoy escudou-se na lei ao reagir à tentativa de referendo na Catalunha, marcado por episódios de violência, de carga policial sobre a população que esperava para votar nas filas. O presidente do Governo regional diz que "o referendo não existiu", foi uma "encenação" e que a "culpa" pela tensão máxima que se viveu foi da polícia regional que não cumpriu as ordens do governo.

Vimos comportamentos que repugnan a qualquer democrata (...) Os responsáveis ​​por esses eventos são aqueles que promoveram a quebra de legalidade e convivência. Não procurem mais culpados, não existem",

Rajoy diz que há motivos para "confiar na democrassia" e que este referendo, que "só serviu para semear divisão" e "provocar situações indesejadas", "fracassou". "Só serviu para causar um gracv dano à convivência".

Também disse que não vai "fechar nenhuma porta" e que "sempre ofereceu diálogo", mas no respeito da lei e da democracia. "Hoje prevaleceu la democracia porque se cumpriu a Constituição". 

O número de feridos nos confrontos entre a polícia e os votantes já vai em 761.