
A curcumina, um componente ativo do caril em pó, que tem revelado grandes benefícios para a saúde, pode pôr fim ao crescimento do cancro do intestino, segundo o que revela um estudo conduzido pelo professor William Steward, dos hospitais de Leicester.
De acordo com a BBC, este novo estudo vai tentar descobrir se a administração de curcumina, juntamente com medicamentos quimioterapêuticos, será benéfica no combate à doença.
Os testes feitos com este pigmento já revelaram a sua capacidade de matar as células cancerígenas, criadas em laboratório, e tem sido sugerido para pacientes com AVC e demência.
«É incrível ver que as células cancerígenas ficam mais sensíveis à quimioterapia, graças à curcumina. Isso significa que os pacientes poderão diminuir a quantidade de substancias químicas, que afetam o funcionamento celular, e prolongar o tratamento, diminuindo os efeitos secundários», afirma William Steward.
A pesquisa ainda é precoce, no entanto, William Steward acredita que a investigação pode «fornecer pistas para o desenvolvimento de novos medicamentos no futuro».
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