Apenas meia hora depois de ter dado à luz o seu segundo filho, Sarah Williams foi submetida a uma mastectomia para remover a mama direita. Segundo o Daily Mail, o cancro tinha-lhe sido diagnosticado às 20 semanas de gravidez.

«Apesar de ter tido muita confiança nos médicos, sabia que podia não sobreviver e a única coisa que pensava era que queria ultrapassar aquilo. Queria passar o resto da vida com a minha família», declarou Sarah.

Sarah, de 40 anos, sobreviveu e hoje, tanto ela como o seu bebé, Joshua, de oito meses, estão saudáveis.

Ao longo da gravidez, a norte-americana de North Wales, teve de passar por cinco sessões de quimioterapia. Quando finalmente conheceu o recém-nascido e constatou que ele era perfeitamente saudável a emoção tomou conta de si.

«Eu e o Carl [marido] decidimos chamá-lo de Joshua. Passei por tanta coisa e ainda assim ele estava ali e era saudável. Era o nosso bebé milagre», explicou.

De acordo com o Centro de Investigação sobre o Cancro do Reino Unido, até às 14 semanas de gravidez a quimioterapia pode ter consequências graves na formação da criança e pode mesmo levar a um aborto. Mas depois disso, o tratamento é considerado seguro.

O aparecimento de cancro durante a gravidez é um fenómeno muito raro e ocorre numa em cada três mil grávidas.

No caso de Sarah, o facto de ter engravidado através de uma fertilização in vitro aumentou as probabilidades de contrair cancro.

Agora, a norte-americana está feliz junto da família mas determinada em sensibilizar outras mulheres para a realização de exames regulares que poderão aumentar as hipóteses de sobrevivência em caso de diagnóstico.