As inundações registadas em quatro países na América do Sul, incluindo o Brasil, obrigaram à retirada de mais de 160.000 pessoas, a maioria no Paraguai. 

O temporal que assolou o Paraguai, Argentina, Brasil e Uruguai levou as autoridades a retirar milhares de habitantes e causou a morte de pelo menos seis pessoas, segundo a agência Xinhua.

As fortes chuvas, provocadas pelo fenómeno climático El Niño, afetaram sobretudo o Paraguai, onde cerca de 130.000 pessoas foram alojadas em abrigos, e o Presidente, Horacio Cartes, declarou o estado de emergência. O Paraguai foi obrigado a decretar o estado de emergência quando teve que retirar milhares de pessoas das suas casas e “perdeu” 200 postes de eletricidade” devido aos ventos fortes.

A chuva intensa, provocada pelo El Niño, levou três rios grandes da América do Sul a transbordarem.

A presidente do Brasil, Dilma Rousseff, visitou, por ar, as regiões fustigadas no Rio Grande do Sul. Neste país, 40 cidades foram afetadas pelo fenómeno.

Desde que começou a chuva, a 18 de dezembro, contabilizam-se milhares de deslocados, muitos desalojados e seis mortes, pelo menos, a lamentar naquelas que são as “maiores cheias dos últimos 50 anos” na América do Sul, refere a BBC.