A defesa do soldado norte-americano Bradley Manning, acusado de uma massiva divulgação de documentos classificados à WikiLeaks, começou as suas alegações finais na segunda-feira, centradas na saúde mental do jovem e em falhas na cadeia de comando.

O ex-analista de informações, que incorre numa condenação máxima a 90 anos de prisão, vai fazer uma declaração ao tribunal na quarta-feira, indicou na terça-feira o seu advogado, David Coombs.

O comandante da brigada em que Manning estava colocado no Iraque, o coronel David Miller, declarou na terça-feira que a unidade foi deslocada em finais de 2009 com escassez de analistas de informações.