O chefe da autoridade australiana que lidera as buscas pelo avião com o código de voo MH370, no Oceano Índico, afirmou esta segunda-feira que considera “muito provável” encontrar destroços antes de julho, quando termina a atual operação.

Esta missão, em que também participam a Malásia e a China, deve terminar em junho o rastreio de uma área de 120 mil quilómetros quadrados numa zona remota do Índico, estando por analisar aproximadamente 30 mil quilómetros quadrados.

Cobrimos cerca de três quartos da área de busca e não encontrámos rastro do aparelho, o que aumenta a probabilidade de que esteja onde ainda não procurámos”, disse o comissário-chefe do Departamento de Segurança dos Transportes da Austrália, Martin Dolan.

Na semana passada, foi encontrada uma peça de um avião em Moçambique que pode estar relacionada com o Boeing 777 da Malaysia Airlines desaparecido há dois anos. A peça será entregue a peritos malaios para análises laboratoriais completas.

O avião da Malaysia Airlines desapareceu a 8 de março de 2014, quando estabelecia a rota entre Kuala Lumpur e Pequim, com 239 pessoas a bordo.