O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul decretou, esta terça-feira, a prisão preventiva dos três indiciados pela morte de Bernardo Boldrini, o menino brasileiro de 11 anos supostamente assassinado pelo pai, pela madrasta e por uma amiga desta. O

A decisão foi tomada pelo juiz Marcos Luís Agostini, que também decretou o sigilo do processo.

Os três estavam já em prisão temporária, cujo prazo de 30 dias expiraria esta quarta-feira, adianto «O Globo». A decisão do juiz faz permanecer assim o trio na cadeia, enquanto aguardam julgamento.

Evandro Wirganovicz, irmão da assistente social amiga da madrasta do menino, cujo carro foi visto perto do local onde o corpo foi enterrado, não está indiciado pela Polícia. O homem chegou a estar preso temporariamente, mas foi libertado. Apesar de não indiciado, a polícia continua a investigar a sua possível participação no crime.

Bernardo foi encontrado morto no dia 14 de abril, enterrado num matagal a cerca de 80 km de Três Passos, onde morava com o pai, a madrasta e a meia-irmã. Estava desaparecido desde 4 de abril.