O Presidente tunisino, Béji Caid Essebsi, afirmou esta quinta-feira que o sistema democrático estava «bem arreigado» no seu país, no dia seguinte ao ataque contra o Museu do Bardo, em Tunes.

O ataque foi reivindicado pela organização Daesh, que se designa por Estado Islâmico.

«O processo de instalação do processo democrático já existe, bem arreigado (…) Que nunca haja movimento de recuo», declarou Essebsi, durante uma entrevista à cadeia de televisão francesa TF1.

Já esta quinta-feira, fonte da presidência tunisina tinha confirmado à Reuters a detenção de nove pessoas suspeitas de ligações ao ataque de quarta-feira ao museu Bardo. 

Um anúncio que surge depois do primeiro-ministro, em entrevista à rádio RTL, ter dito que os sequestradores se chamavam Yassine Labidi e Saber Khachnaouie e que um deles estava identificado pelos serviços de segurança. 

Vinte e três pessoas morreram. Muitas delas eram turistas estrangeiros. Quatro italianos, um francês, dois colombianos, cinco japoneses, um polaco, um australiano e um espanhol (O Governo de Madrid confirmou dois) morreram no ataque, faltando identificar a nacionalidade de outras duas vítimas.