As autoridades espanholas acreditam que os terroristas, que desde ontem provocaram o pânico pela Catalunha, pertenciam a uma célula de várias pessoas que planeava um ataque que também incluiria a utilização de botijas de gás, segundo fontes judiciais citadas pela Reuters.

A polícia espanhola confirmou já ter detido quatro suspeitos. Sabe-se agora, ainda de acordo com a polícia catalã, que três eram marroquinos e um espanhol e nenhum tinha antededentes criminais de ligações terroristas.  Isto depois de ter matado cinco indivíduos na estância balnear de Cambrils, uma cidade ao sul de Barcelona, ​​que feriram seis pessoas, três das quais polícias, ao início da madrugada.

No Twitter, a polícia refere mais tarde que os cinco indivíduos de Cambris usavam cintos de explosivos que afinal era falsos.

Mas as forças de segurança continuam no alcance do motorista da carrinha branca, que terá fugido a pé, das Ramblas, esta quinta-feira, depois de matar 13 pessoas e ferir mais de uma centena, disse o responsável do interior do governo regional Catalão, Joaquin Forn, à rádio RAC1. Afirmando que nenhum dos detidos é o condutor da carrinha. 

Agora a prioridade é “descobrir a identidade dessas pessoas [mortas e detidas], para provar e mostrar a relação entre elas e as terão conseguido escapar”, acrescentou o responsável do interior do governo regional Catalão, Joaquin Forn, à rádio RAC1.

Entretanto, a agência espanhola EFE avança que o condutor da carrinha será Moussa Oukabir, de 18 anos. Moussa Oukabir é irmão de um dos suspeitos que já está detido: Driss Oukabir.

Segundo o El Mundo, o fugitivo depois de cometer o atentado e coberto a cara com um gorro, abandonou o centro de Barcelona a pé. O alerta, emitido a todos os agentes policiais diz que estaria armado.

Forn declarou ainda que o ataque na estância balnear de Cambrils está ligado ao de Barcelona.

“Seguem o mesmo método. Há uma ligação”, afirmou.