Um tribunal do Bangladesh condenou hoje o líder islamita Mir Quasem Alí à forca por crimes de guerra no conflito que possibilitou a independência do país face ao Paquistão em 1971, revelou a imprensa local.

Mir Quasem Alí foi o líder da milícia paramilitar Al-Badr na segunda cidade do país, Chittagong, e foi considero culpado de 12 das 14 acusações de que estava acusado, entre elas a tortura e homicídios, escreveu o diário The Daily Star.

O político foi uma das principais figuras no financiamento do partido islamita Jamaat-e-Islami, que se aliou ao Paquistão no conflito civil, de acordo com a sentença do juiz Obaidul Hassan, presidente do Tribunal Internacional de Crimes de Guerra.