A poluição atmosférica tornou-se o quarto fator de morte prematura no mundo, causando uma perda de receita de milhares de milhões de dólares para a economia mundial. A conclusão consta num relatório do Banco Mundial divulgado esta quinta-feira.

Em 2013, e segundo os últimos dados disponíveis publicados num relatório da instituição de desenvolvimento, a poluição do ar matou 2,9 milhões de pessoas. Se se somar os efeitos da poluição nos lares, nomeadamente os resultantes da utilização de combustíveis sólidos para o aquecimento e cozinhar, o número de mortes ascende a 5,5 milhões.

As doenças causadas pela poluição do ar (doenças cardiovasculares e pulmonares crónicas, cancro do pulmão e infeções respiratórias) são responsáveis por uma morte em cada 10 no mundo, seis vezes mais que o paludismo.

Entre os países que perderam mais receitas por causa da poluição atmosférica estão a china, a Índia, o Sri Lanka e o Cambodja. 

Por outro lado, o Zimbabué, o Mali e a República Centro-Africana estão entre os países menos poluídos do mundo.