reféns no Hotel RadissonTVIoperações policiais para resgatar as pessoas


“Encontro-me num hotel na zona oposta do rio ao Radisson Hotel. Às oito da manhã, os seguranças do hotel disseram-me, quando estava a tomar o pequeno-almoço, que eu tinha de entrar no quarto. Disseram-nos que devíamos ficar lá fechados, por questões de segurança, apesar de estarmos bastante longe do Radisson”.


“Normalmente o Radisson tem um controlo de segurança bastante apertado, daí que seja preferencial para estrangeiros e gente da ONU”.



“É o hotel de referência, o mais seguro, é um hotel de luxo. Eu próprio costumo ficar lá, mas desta vez, só por acaso, não fiquei”.



“Aquilo que se vê na cidade é uma calma a que localmente chamam de ‘o dia depois da festa’, não há a agitação que normalmente se veria na cidade. Não há muito movimento. Parte dos malianos estão surpreendidos e não parecem compreender muito bem o que se está a passar”.






três vítimas mortais