publicação que fez no Twiiter em 2014, em que sugeria que as instituições de segurança do país tinham

servido de «incubadora ideológica» para os jihadistas.

«Muitos homens do Bahrein que abraçaram o terrorismo e o Estado Islâmico provêm de instituições de segurança, que foram as suas primeiras ‘incubadoras ideológicas’», escreveu em setembro na rede social.

O ativista vai recorrer da decisão e o tribunal estabeleceu uma fiança de cerca de 430 euros.

 

De acordo com a BBC, Rajab cumpriu várias sentenças desde que em 2002 fundou o Centro para os Direitos Humanos do Bahrein.