As autoridades judiciais francesas deram início à instrução do inquérito sobre o roubo de que foi vítima Kim Kardashian, em Paris, no princípio do mês.

Segundo a agência France Presse, o juiz de instrução criminal deu início ao inquérito na terça-feira sobre o “prática de roubo e sequestro cometido por uma associação de malfeitores”, num apartamento de um hotel de Paris.

Na noite de 2 de outubro, Kim Kardashian foi assaltada, na capital francesa, por cinco homens armados que levaram joias no valor de nove milhões de euros.  Kim Kardashian estava na capital francesa para a Semana da Moda quando "dois homens armados e mascarados irromperam pelo seu quarto de hotel e agarraram-na com uma arma".

No entanto, foi já recuperada uma das joias roubadas à socialite durante o assalto.

Em entrevista a Ellen DeGeneres, a irmã de Kim, Khloe Kardasian, revelou que "ela não está muito bem" porque "o que lhe aconteceu foi muito traumatizante".

"A nossa família é muito unida e vamos ultrapassar isto juntos. Agradecemos o vosso amor e apoio mas isto vai levar tempo. O que lhe aconteceu foi horrível".

Kim Kardashian processa site que a acusa de mentir

A socialite norte-americana instaurou um processo contra o site Mediatakeout.com que alega que Kardashian mentiu sobre o assalto na capital francesa.

No processo, a estrela da televisão nos Estados Unidos afirma que "depois de ter sido vítima de um terrível e traumático assalto em França, regressou aos EUA apenas para voltar a ser vítima, mas desta vez por um tablóide que publicou um série de artigos em outubro de 2016 referindo-se a ela como ladra e mentirosa".

Para a mulher de Kanye West, os artigos "alegam, sem qualquer prova" que "forjou o roubo, mentiu sobre o violento assalto e depois apresentou uma queixa fraudulenta à sua companhia de seguros para cobrir os milhões de dólares" roubados.