Um homem armado entrou num café em Sidney, na Austrália, e fez um número indeterminado de reféns com uma bandeira islâmica.
 
Apesar de ainda não se saber se se trata de um atentado terrorista islâmico, uma coligação de grupos islâmicos emitiu um comunicado de imprensa afirmando que não eram responsáveis pelo sequestro e para expressar o seu «choque e horror» pelas cenas na Praça Martin.
 

«Rejeitamos qualquer tentativa de retirar vidas de inocentes ou de instar medo e terror nos seus corações», lia-se no comunicado assinado por 44 grupos islâmicos.

 
«Um ato desprezível como este apenas serve para destruir a boa vontade das pessoas da Austrália, para criar danos e ridicularizar o Islamismo e os islâmicos australianos neste país», atenta o comunicado.