Um grupo de soldados armados forçaram a entrada num hospital na capital da Papua Nova Guiné e começaram indiscriminadamente a atacar pessoas, deixando um estudante de medicina gravemente ferido, informou a polícia esta segunda-feira.



O incidente ocorreu, no domingo, no Hospital Geral de Porto Moresby, e foi entretanto condenado pelo comissário de polícia Simon Kauba, que criticou os soldados por atacarem «as próprias pessoas que juraram proteger e defender».

«Isto é totalmente desnecessário e um comportamento inaceitável por membros de uma organização disciplinada», disse em comunicado.

O governo australiano anunciou entretanto que vai enviar para a Papua Nova Guiné um contingente formado por 50 agentes da polícia para reforçar as missões de segurança, após o aumento dos crimes de sangue neste país.