O ministro da Economia francês, Emmanuel Macron, referiu este sábado "uma iniciativa franco-alemã" em resposta aos atentados de Paris, depois de ter estado com o seu homólogo alemão perto dos locais dos ataques de 13 de novembro.

"Vamos fazer propostas concretas, continuar a trabalhar para ter uma iniciativa franco-alemã em resposta ao que aconteceu, porque não é só um desafio francês, é um desafio europeu", declarou Macron aos jornalistas.

"As nossas sociedades esperam respostas fortes, respostas de defesa, de segurança (...), mas também respostas profundas nas economias", acrescentou o ministro, ao lado de Sigmar Gabriel, vice-chanceler, ministro da Economia e presidente do Partido Social Democrata (SPD) alemão.

Enquanto se multiplicam as homenagens em Paris, uma semana depois dos atentados que mataram mais de uma centena de pessoas, prosseguem as investigações e as buscas por  Salah Abdeslam. Encontrar o suspeito dos atentados em fuga é um objetivo prioritário. Pelo menos dois mil polícias foram mobilizados para as operações de busca e para as investigações, avança o jornal Le Figaro.   
  
Ao todo, nove terroristas terão participado diretamente nos ataques ao Bataclan e junto ao Estádio de França. Mas é preciso também neutralizar os elementos de apoio à célula jihadista responsável pelos atentados. Mais de 800 buscas já forma levadas a cabo. 
  
Este sábado, ficou a saber-se que foram detidos três homens na Turquia, sob suspeita de ligação aos ataques de Paris. Um deles seria mesmo o homem que escolheu os alvos dos atques.