O atentado de terça-feira no aeroporto Atatürk em Istambul, que matou 41 pessoas, tem a “marca” do grupo extremista Estado Islâmico, afirmou hoje o diretor da CIA, John Brennan.

“O ataque desprezível no aeroporto internacional de Istambul, que matou dezenas de pessoas e feriu muitas outras, tem sem dúvida nenhuma a marca da depravação do Estado Islâmico”, declarou Brennan numa conferência em Washington.

 

A hipótese já tinha sido colocada em cima da mesma pelo primeiro-ministro turco, Binali Yildirim. O governante afirmou, na terça-feira, que todos os indícios apontavam para um atentado do Estado Islâmico.

Na terça-feira, três bombistas suicidas entraram armados no aeroporto de Ataturk, em Istambul, e, sem qualquer aviso prévio, começaram a disparar. Momentos depois, fizeram-se explodir. Duas das explosões terão acontecido no interior do aeroporto, nomeadamente na zona de check-in e de raio-x, e a terceira no exterior do terminal de embarque. 

Binali Yildirim afirmou que os três bombistas chegaram ao aeroporto de táxi. 

A maioria das vítimas mortais tem nacionalidade turca. Há dez estrangeiros entre os mortos, três com dupla nacionalidade.

As vítimas estrangeiras, são, de acordo com as nacionalidades, cinco sauditas, dois iraquianos, um chinês, um jordano, um tunisino, um uzbeque, um iraniano e um ucraniano.