Desde 13 de novembro, dia dos atentados de Paris, já foram realizadas mais de 1.200 buscas em França. O ministro do Interior, Bernard Cazeneuve, fez um novo balanço esta terça-feira.

Ao certo, as 1.233 rugas policiais, realizadas no âmbito do estado de emergência decretado na mesma noite dos ataques terroristas, resultaram em 165 detenções e em 230 armas apreendidas.

Quase metade desse armamento eram "armas de fogo longas e armas de guerra, o que demonstra a eficácia das buscas que foram conduzidas", afirmou o ministro, no parlamento francês, citado pelo jornal "Le Monde". 

Para além disso, das 165 detenções, 142 pessoas ainda se encontram sob custódia policial. Segundo o último balanço, há ainda 266 pessoas impedidas de sair de casa pelas autoridades.

Os  seis atentados em Paris causaram, pelo menos,  130 mortos e centenas de feridos, muitos em estado crítico.  O Estado Islâmico logo   reivindicou os ataques.

O   "cérebro" dos ataques morreu numa operação policial em Saint-Denis, a norte de Paris, levada a cabo na sequência dos atentados.  

No entanto, a caça ao homem continua, porque há pelo menos mais um terrorista em fuga: Salah Abdeslam. A última pista a ser seguida pelas autoridades aponta para que possa estar no norte da Alemanha.