O número de mortos provocados pelos ataques em Paris subiu oficialmente para 130. O número foi revelado esta sexta-feira pelo primeiro-ministro francês Manuel Valls.

Um dos feridos internados em estado crítico morreu no hospital, de acordo com uma fonte próxima de Manuel Valls, citada pela AFP.

Os piores atentados de sempre em França ocorreram há precisamente uma semana, a 13 de novembro. Uma série de ataques coordenados romperam com a aparente normalidade de uma noite de sexta-feira em Paris e transformaram a capital francesa num cenário de horror. 

Os ataques tiveram lugar na sala de espetáculos Bataclan, no Stade de France, enquanto decorria o jogo amigável entre França e a Alemanha, e em restaurantes e esplanadas. Só no Bataclan, onde ocorria o concerto da banda de rock norte-americana Eagles of Death Metal, morreram mais de 80 pessoas. 

No mesmo dia, os jihadistas do Estado Islâmico reivindicaram os ataques e França declarou o estado de emergência.

François Hollande lançou uma intensa caça ao homem pelo "cérebro" dos atentados, que morreu numa operação policial em Saint-Denis.

Um dos terroristas que participou nos ataques permanece em fuga e o primeiro-ministro francês já admitiu que as autoridades desconhecem o seu paradeiro.