Num momento em que a informação sobre os tiroteios e explosões registados em Paris , na sexta-feira à noite, ainda é provisória, o mundo volta a colocar os olhos na capital francesa, numa cidade cosmopolita do mundo ocidental, que é alvo de um segundo ataque terrorista em menos de um ano. 

O mundo que se liga graças à Internet, também é na rede que se une contra o terrorismo e volta a dizer à França: "Estamos convosco".

Um movimento, Pray for Paris (Vamos rezar por Paris) tem vindo a crescer à medida que os meios de comunicação social vão atualizando o número de mortos. Com dezenas de vítimas já confirmadas e cerca de uma centena feita refém numa sala de espetáculos, sucedem-se as mensagens de solidariedade para com as vítimas e as suas famílias e uma mensagem clara aos terroristas: "Paris não tem medo". 

   
O terrorismo não tem nada a ver com a religião. "Muçulmanos não são terroristas".


A indignação com estes ataques, numa França que devia estar preparada para estas situações após o massacre no Charlie Hebdo. François Hollande não é, para este internauta, isento de culpa, e pede o regresso de Nicolas Sarkozy.



O mundo da música a deixar uma palavra sobre o ataque devastador.


"Esta noite somos todos franceses. Alguns edifícios emblemáticos do mundo iluminados com as cores da bandeira francesa. 


Vicent Vasso, francês, que jogou no Braga e no Beira Mar, a mostrar-se triste e assustado. Os ataques aconteceram quando decorria um jogo amigável entre as seleções francesa e alemã. A França recebe o Campeonato Europeu de Futebol em 2016.


Outros jogadores também mostraram o lamento para com a situação e, estando presentes no estádio, aproveitaram a redes sociais para informar os fãs de que estão bem.

Aliás, as redes sociais podem ser um bom veículo para avisar os amigos de que está bem.

O Facebook e o Twitter adotaram aplicações que permitem avisar os amigos e família.