Notícia atualizada

Os trabalhadores de uma pedreira no norte do Quénia, em Korome, foram surpreendidos durante o sono por atacantes.
Pelo menos trinta e seis homens não muçulmanos foram mortos, segundo os números oficiais, mas fontes locais elevam a fasquia para 40 vítimas.

A Reuters conta que os atacantes ordenaram aos trabalhadores que se deitassem no chão e atiraram à cabeça.

O ataque já foi reivindicado pelo grupo islâmico da Somália, Al Shabaab, com ligações à Al Qaeda.

O presidente queniano reagiu ao massacre dos trabalhadores perto da fronteira com a Somália, anunciando que «não vai vacilar» perante o grupo extremista.

O presidente tem sido várias vezes criticado por não garantir a segurança no país, principalmente e na sequência do ataque ao centro comercial de Nairobi que foi perpetrado pelo Al Shabaab.

O massacre provocou entretanto uma baixa. O chefe da polícia queniana apresentou a sua demissão. 

O mesmo grupo é responsável pelo ataque a um autocarro, também no Quénia, que vitimou 28 passageiros há uma semana e ao centro comercial de nairobi, em 2013.