Barack Obama publicou, através do Twitter da Casa Branca, um comunicado onde dá os sentimentos aos franceses em nome de todos os americanos. Em reação ao atentado desta quinta-feira à noite em Nice, o Presidente dos Estados Unidos garante que as autoridades americanas estão em contacto permanente com França e oferece apoio nas investigações para se apurar quem são os responsáveis por este ataque. Em tom de conclusão, Obama faz referência ao episódio da tomada da Bastilha que "serviu de exemplo para todo o mundo" e sublinha a capacidade de "resiliência do povo francês". 

Em nome de todos os americanos condeno veemente o que parece ser um horrível ataque terrorista em Nice, França, que matou e feriu dezenas de civis inocentes. Os nossos pensamentos e orações estão com as famílias e amigos daqueles que foram mortos e desejamos a rápida recuperação dos vários feridos. Dei indicações à minha equipa para estar em contacto com as autoridades francesas, e oferecer qualquer assistência que necessitem para investigar este ataque e levar os seus responsáveis à justiça. Mantemo-nos em solidariedade e parceria com França, o nosso velho aliado, para que responda e recupere deste ataque".

 

 

O papa Francisco expressou a sua "solidariedade com o sofrimento das vítimas e de todo o povo francês", segundo a Rádio vaticano.

A rádio da Santa Sé acrescenta que o Vaticano seguiu "com enorme preocupação as terríveis notícias que chegaram de Nice" durante a noite e madrugada.

Condenamos da forma mais absoluta todas as manifestações de loucura homicida, de ódio, de terrorismo, de ataque à paz", acrescentou a emissora.

 

O presidente da Comissão Europeia disse que a França pode contar com a instituição e com os outros países-membros da União Europeia contra o terrorismo.

A nossa determinação [em lutar contra o terrorismo], dentro e fora da UE, permanece firme, tal como a nossa unidade”, assinalou Jean-Claude Juncker, em comunicado.

Juncker, que se mostrou “profundamente afetado” pelo atentado ocorrido naquela cidade do sul de França, expressou ainda a sua “grande solidariedade” para com as vítimas, os seus familiares e para com todos os franceses, após o “ato de terrorismo”.

Também o presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk deixou uma mensagem no Twitter: "Trágico paradoxo que os alvos do ataque em Nice fossem pessoas que celebravam a liberdade, igualdade e fraternidade".

 

A chefe do Governo da Alemanha, Angela Merkel, expressou solidariedade com a França na luta contra o terrorismo.

A Alemanha está ao lado da França na luta contra o terrorismo", afirmou Angela Merkel, na Mongólia, à margem da cimeira Europa-Ásia (ASEM), sublinhando: "As palavras são insuficientes para dizer aquilo que nos une aos nossos amigos franceses".

A chanceler referiu ainda a "estupefação" com que recebeu a notícia do atentado.

Também o ministro dos Negócios Estrangeiros alemão, Frank Walter Steinmeier, expressou solidariedade com França.

Estamos com as vítimas, com os aqueles que lhes são próximos e com todo o povo francês. Estamos de luto com a França e vamos manter-nos a seu lado nestes momentos difíceis", acrescentou, em Berlim.

 

O Presidente da Rússia, Vladimir Putin, exprimiu solidariedade com a França, qualificando o ataque em Nice como um "ato bárbaro" e apelando à "luta contra o terrorismo".

A Rússia está solidária com o povo de França neste dia difícil", escreveu o Presidente russo num telegrama para o seu homólogo francês, François Hollande, segundo o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov.

Partilhamos completamente a dor pelas mortes de um grande número de pessoas, possivelmente incluindo crianças", acrescentou.

 

O primeiro-ministro do Canadá, Justin Trudeau, demostrou dos canadianos para com o povo francês, ao dizer que “os canadianos estão revoltados com o ataque de hoje à noite em Nice”.

 

Também o atual Presidente do Brasil, Michel Temer, publicou uma Nota Oficial de solidariedade para com os franceses, sublinhado que é "abjeta e ultrajante a ação perpetrada contra inocentes que celebravam os mais elevados valores universais: a liberdade dos povos".

De igual modo, a Presidente brasileira suspensa, Dilma Roussef, lamentou o atentado nesta cidade francesa.

 

Momentos após o ataque, também o candidato republicano Donald Trump se mostrou revoltado com o sucedido, referindo que está na hora de “aprendermos”.

 

A Presidente da Câmara de Paris sublinha a união dos franceses e demonstra toda a solidariedade em nome dos parisienses

 

Mariano Rajoy diz estar emocionado pelas "notícias que chegam de Nice" e que segue com preocupação.

 

O Primeiro-ministro belga, sublinhou a sua consternação pelo sucedido ao dizer que os seus pensamentos estão com as "vítimas deste ato odioso".

 

O ex-presidente francês Nicolas Sarkoszy demonstrou a sua "profunda emoção e tristeza face aos ataques em Nice".

 

Gerard Collomb, presidente da Câmara de Lyon também publicou uma mensagem no Twitter dirigida ao seu homónimo da Câmara de Nice.

 

O primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, condenou o “horrível” e “sem sentido” atentado perpetrado com um camião em Nice, no sul de França, transmitindo o apoio da Índia ao povo francês “neste momento de imensa tristeza”.

Paralisado pelo horrível ataque em Nice, condeno, de forma veemente, esse ato de violência sem sentido”, disse Modi, num comunicado, em que salienta que os seus “pensamentos estão com as famílias das vítimas”.

 

O primeiro-ministro chinês, Li Keqiang, condenou “o terrorismo em todas as suas formas” e expressou as suas condolências às vítimas do atentado perpetrado em Nice (França).

 

Os representantes portugueses também já reagiram. António Costa garantiu que Portugal está em contacto com as autoridades francesas e a  acompanhar de perto os desenvolvimentos do sucedido. Uma fonte da Presidência da República afirmou que Marcelo Rebelo de Sousa enviou um telegrama da François Hollande onde presta as condolências em nome de todos os portugueses.