A Segurança Federal da Rússia identificou o cérebro do ataque no metro de São Petersburgo, no dia 3 de abril, uma segunda-feira, ao início da tarde. O atentado provocou a morte de 14 pessoas.

Foi provisoriamente identificado". Sim, sim, identificado". 

As agências de notícias russas citam o chefe daquela entidade competente, Alexander Bortnikov.

Do ataque, resultaram ainda várias dezenas de feridos, alguns em estado grave. 

Segundo o comité de investigação russo, o maquinista "agiu corretamente" ao "não parar a composição antes da chegada à estação, o que permitiu de imediato evacuar o local e assistir as vítimas", possivelmente "evitando um número maior de vítimas".

Cerca de 1.200 pessoas foram retiradas da estação pelos serviços de emergência, de acordo com comunicado oficial.

Pelo menos um suspeito terá sido identificado pelas câmaras de videovigilância do metro de São Petersburgo, segundo a Interfax. O engenho explosivo estaria numa mala que foi deixada na carruagem.

Uma segunda bomba foi encontrada e detonada pelas autoridades na estação de Ploshchad Vosstaniya, numa altura em que o metro se encontrava já encerrado. Trata-se de um "engenho explosivo improvisado". O NAK confirmou também que houve apenas uma explosão e não duas como chegou a ser avançado nos media russos.