Os piratas informáticos que se introduziram numa base de dados de funcionários norte-americanos roubaram informações de perto de 21,5 milhões de pessoas, incluindo de mulheres e filhos desses trabalhadores, anunciou esta quinta-feira o Governo.

Entre as pessoas afetadas pelos "hackers" estão 19,7 milhões de funcionários que tiveram de ser alvo de uma verificação dos seus antecedentes, nomeadamente judiciais, por parte do Governo.

Todas as pessoas foram submetidas a uma verificação dos seus antecedentes a partir do ano 2000 e "muito provavelmente" foram afetados por esta pirataria, sublinha um comunicado do departamento de pessoal dos EUA.

O ataque está relacionado com o incidente divulgado no início de junho e que afetou os dados de quatro milhões de funcionários federais.