Um organismo mandatado pela ONU concluiu que o ex-líder da oposição malaia Anwar Ibrahim, que cumpre uma pena de prisão por sodomia, foi detido "arbitrariamente" e devia ser libertado imediatamente, disse esta segunda-feira a família daquele antigo vice-primeiro ministro.

Com 68 anos, Anwar foi condenado em fevereiro pelo tribunal a cinco anos de prisão por ter sodomizado um antigo conselheiro, um crime punível até 20 anos de prisão naquele país do sudeste asiático, de maioria muçulmana.

Anwar sempre negou as acusações, denunciando tratar-se de um caso fabricado pelo regime para o afastar definitivamente da cena política.