“Sobre essas matérias, a seu tempo se verá o que faz sentido. O que me interessa agora é unicamente garantir que, nesta fase dramática que estamos a atravessar, seja capaz de fazer o melhor possível, ajudando e contribuindo a que, num mundo em que, infelizmente, o número de pessoas deslocadas pelos conflitos, pelas guerras, pelas perseguições políticas, pela violação dos direitos humanos está em crescimento, essas pessoas possam ter o apoio de que necessitam ”




deixará o cargo





"É verdadeiramente inadmissível e a Europa tem a obrigação de oferecer um mecanismo eficaz de recepção, de triagem de necessidades e de registo e, depois, com a disponibilidade necessária de todos os países europeus, de receber estas pessoas com dignidade e lhes proporcionar um futuro. Quatro mil por dia parece muito, mas não esqueçamos que estamos numa Europa que tem, só na União Europeia, 508 milhões de habitantes e até agora chegaram cerca de 300 e tal mil pessoas. O Líbano sozinho tem um terço da população refugiada neste momento. Se a Europa estiver organizada isto é perfeitamente gerível"