Cerca de 1.000 pessoas foram mortas na capital da República Centro-Africana, Bangui, por ex-rebeldes muçulmanos há duas semanas para vingar ataques de milícias cristãs, denunciou hoje a Amnistia Internacional.

O balanço desta organização não-governamental é significativamente mais elevado face ao que foi avançado pela ONU: 450 mortos em Bangui e outros 150 no resto do país.

Os dois dias de violência foram protagonizados por combatentes do antigo grupo rebelde Seleka depois de milícias cristãs conhecidas como «anti-balaka» terem causado a morte a cerca de 60 muçulmanos em Bangui, de acordo com um comunicado da Amnistia.