Embora não seja uma estrela dos filmes e só se tenha tornado mais conhecida pelo casamento, esta mulher de toga é uma estrela no firmamento do Direito e já foi conselheira do antigo secretário-geral da ONU, Kofi Annan. Mas, para o britânico formado em Cambridge, mais valia a senhora Clooney e outros que tais estarem “calados”, acusando-os de só pensarem na defesa dos Direitos Humanos numa sociedade que, por seu turno, esquece os seus deveres, de acordo com o Daily Mail.

Para o historiador conceituado, o balanço entre os Direitos Humanos e os deveres está perdido e só pode ser restaurado quando “as Amal Clooneys e as Shami Chakrabartis [ativista de uma associação britânica de defesa dos direitos cívicos] forem caladas”, cita o Independent.

Isto é, estes advogados e juízes ultrapassaram a interpretação da Convenção Europeia dos Direitos Humanos e os propósitos de Winston Churchill após a Segunda Grande Guerra, considera David Starkey.

Resta saber se Amal Clooney se vai mesmo calar perante as críticas.