O pai da criança, de dois anos, que morreu no Grand Floridian Resort, na Califórnia, depois de ter sido arrastada para dentro de água por um crocodilo, diz que estavam dois animais dentro de água.

Matt Graves comentou no caminho para o hospital que quando tentou salvar o filho que estava a ser arrastado, um segundo crocodilo atacou-o e impediu-o de alcançar a criança. 

A Agência para a Vida Selvagem informou, a 22 de junho, que abateu seis crocodilos, entre eles, um que acredita ser o responsável pelo ataque. Este abate ocorreu oito dias depois da noite trágica que vitimou Lane Graves, de dois anos. O corpo do menino foi recuperado, intacto, após 18 horas de buscas.

Numa troca de e-mails divulgada pelo Orlando Santinel, o capitão Tom Wells descreve aos seus superiores, o pânico do pai da criança na noite do incidente. O militar afirma que apesar de Matt Graves precisar de pontos e antibióticos para tratar as feridas causadas pelos crocodilos, não se quis afastar do local das buscas e que só aceitou ser tratado após lhe ser prometido que poderia regressar.

Os e-mails foram então reencaminhados para os oficiais de Orange County, para alertar sobre a existência de um segundo crocodilo.

A Walt Disney World, dona do resort em causa, já colocou sinalização a proibir a prática de pesca e instalou também uma vedação de rede para substituir a corda que tinham antes do ataque. No local já havia sinalização que proibia a ida a banhos, mas a criança foi atacada quando passeava com a família junto à água.