Alepo, na Síria, é uma cidade quase vazia. Os habitantes fugiram, por culpa da guerra, mas deixaram quase tudo para trás: até os animais de estimação.

A cidade é um ponto de resistência dos rebeldes e está «cercada» pelos militares do regime de Bashar Al-Assad, praticamente desde o início do conflito em 2011. Os habitantes fugiram, deixando para trás de tudo um pouco: bens materiais que se acumularam ao longo de uma vida e até os animais de estimação que deixaram de poder alimentar. 

Deixados à mercê da guerra, como quase tudo o resto na Síria, muitos dos animais, na maioria gatos, estariam a esta altura já sem vida, não fosse a generosidade de um condutor de ambulâncias.  Alaa t odos os dias, nos últimos dois meses, compra carne e alimenta mais de 150 gatos «órfãos». São três euros diários que retira das suas economias e que impede a morte à fome de muitos desdtes animais.

O conflito na Síria levou à fuga de mais de seis milhões de pessoas e a cidade de Alepo é uma das mais duramente atingidas pela guerra civil. Dados de agosto de 2014, davam conta de mais de 190 mil mortos no país.