As forças do governo sírio estão a ser acusadas de terem lançado um novo ataque químico na cidade de Alepo, na zona de Al-Sukkari, um bairro controlado por rebeldes. Equipas de resgate dizem que foram largados, a partir de helicópteros, vários barris com cloro, uma substância nociva que causa queimaduras na pele e complicações respiratórias, se inalado.

Segundo a BBC, os rebeldes dizem que pelo menos uma pessoa morreu e mais de uma centena tiveram de ser assistidas.

A denúncia foi feita por ativistas e voluntários da organização humanitária “Syrian American Medical Society” (SAMS), que garante que muitas das vítimas são crianças. Relato que parece ser confirmado por um vídeo divulgado por voluntários da Defesa Civil da Síria, o grupo conhecido como "capacetes brancos", que prestam auxílio a vítimas da guerra.

Também o Observatório Sírio para os Direitos Humanos contactou vários médicos no local que garantem que foram atirados barris “cheios de gás venenoso”.

O governo sírio já negou por várias vezes o uso de armas químicas no conflito, mas um inquérito recente das Nações Unidas concluiu que já o fez pelo menos duas vezes no passado.