Israel removeu uma passagem superior e barreiras instaladas junto da Esplanada das Mesquitas, cedendo aos pedidos de manifestantes muçulmanos, o que resultou em celebrações, na rua, por milhares de palestinianos.

Líderes muçulmanos disseram que vão decidir mais tarde se os fiéis vão poder voltar ao local sagrado para orações, pondo fim à crise.

O líder do Comité Supremo Islâmico, Ikrema Sabri, tinha dito anteriormente que os fiéis não podiam voltar ao templo até Israel remover as novas barreiras e câmaras instaladas após um ataque mortal no local.

Israel já tinha começado retirar os detetores de metais na entrada da Esplanada das Mesquitas, na Cidade Velha de Jerusalém, onde se situa a mesquita de al-Aqsa, o terceiro mais importante local sagrado para os muçulmanos. 

A instalação de detetores de metais, de mais câmaras de vigilância e a proibição aos palestinianos com menos de 50 anos de acederem à Esplanada das Mesquitas provocou violentos protestos e vários mortos.